O tempo conta anos, riso, ruga no olhar.
Mede a pressa do mundo, o ir e voltar.
Mas o amor de mãe não cabe em relógio:
Ele não nasce, não passa, não tem depois.
Tem mãe que a gente abraça todo dia,
Tem mãe que mora na memória e guia.
Uma segura a mão, a outra sopra no vento
O mesmo cuidado, o mesmo alento.
Avós que viraram estrela, mãe que virou reza,
Todas ensinam que amor é fortaleza.
Não importa se é colo ou se é lembrança:
Mãe continua sendo casa e esperança.
Então hoje é pra quem tem e para quem tem no peito.
Para quem liga e para quem fala em silêncio, do jeito
Que só filho e mãe entendem, sem precisar contar.
Porque mãe não vai embora. Ela só muda de lugar.
Ir. Thiago Maria, FIP



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